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Estudo Internacional - Crianças rejeitam tratamento da asma com recurso a corticóides inalados
De acordo com novos dados apresentados na Reunião da Sociedade Respiratória Europeia, muitas crianças medicadas com corticoterapia inalada como tratamento de controlo de 1ª linha interrompem esse tratamento.1

Lisboa, 26 Setembro 2006

O estudo desenvolvido com a participação do Dr Mike Thomas, da Universidade de Aberdeen - Reino Unido, monitorizou os padrões de prescrição em 2200 crianças, com idades compreendidas entre os 2-14 anos com asma persistente. Ao longo de 12 meses do estudo, verificou-se que mais de metade das crianças (53,7%) interromperam o seu tratamento com corticóides inalados, o que poderá contribuir para resultados insuficientes nesta faixa etária.

"Os resultados neste estudo demonstram que muitas crianças interrompem a terapêutica com corticóides inalados, o que poderá ter um impacto directo no controlo da sua asma. Há necessidade de levar a cabo posteriores investigações no sentido de se compreender as razões para as interrupções desta terapêutica de controlo e identificar outras alternativas para terapêuticas de controlo da asma que possam ser efectivas neste tipo de crianças" diz o Dr. Mike Thomas.

Até agora, a corticoterapia inalada foi a única opção como 1ª linha de tratamento aprovada na abordagem da asma pediátrica. No entanto, o Montelucaste, um antagonista dos receptores dos leucotrienos, teve recentemente aprovação europeia como alternativa ao tratamento com doses baixas de corticóides inalados para crianças com idades compreendidas entre os 2-14 anos com asma persistente ligeira, sem história recente de ataques de asma graves que necessitam de utilização de corticóides orais, e que tenham demonstrado não serem capazes de utilizar os corticosteróides inalados.2

Referências:

  1.  Zhang et al. 2006 Reunião anual da Sociedade Respiratória Europeia, Munique, Alemanha. Poster No. P4081
  2. Informação apresentada durante a Inflamação: A ligação científica e clínica entre asma e rinite. Simpósio nocturno. Sociedade Respiratória Europeia, Munique, Alemanha 2006. Sessão 159.

Sobre A MSD

A Merck Sharp & Dohme (MSD) é uma companhia multinacional líder na investigação produção e comercialização de produtos e serviços farmacêuticos. A MSD investiga, nos seus onze centros de investigação básica um grande número de moléculas com potencial inovador para melhorar a saúde humana e animal.

A MSD está em Portugal desde 1970 estando instalada, desde 1998 em Oeiras, na Quinta da Fonte. A MSD comercializa em Portugal mais de 50 medicamentos de investigação e fabrico próprio para Cardiologia, Osteoporose, Infecções, Doenças reumáticas, Neurologia, Oftalmologia, Doenças da Próstata, Asma, VIH-SIDA, entre outras.

Apenas nos últimos 4 anos, foram autorizados em Portugal 14 novos medicamentos de investigação MSD.

A liderança da MSD no esforço para desenvolver tratamentos e vacinas contra o VIH/SIDA tem sido levada a cabo há quase 20 anos e continua nos nossos dias. A investigação da MSD relativa aos inibidores da integrase VIH começou em 1990, e a MSD foi a primeira a demonstrar a inibição da transferência do filamento e a definir o mecanismo de acção. A MSD foi também a primeira a demonstrar a eficácia antiviral in vitro e in vivo.


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